Ah, o amor!

 em Amor, Sexo

O amor não tem regras, leis ou ordens, tem como essencial o Cuidar. Cuidar de si para não precisar cobrar do outro aquilo que lhe é faltoso. Cuidar do outro, genuinamente.

Não se aprisiona no outro quem está atento ao seu movimento de deslizar e passear pela vida, acolhendo os caminhos que se apresentam, sem encarceramento, com a liberdade para amar a essência do presente.

A relação que permite que cada um viva o seu ritmo, na sua própria sintonia, terá grandes chances de experimentar uma dança harmônica, orquestrada pelo movimento do enamoramento.

ah, o amor!

O amor-enamorado apresenta-se desnudo de domínios, medos, vergonha ou pudor. As pessoas simplesmente entregam-se ao movimento, deixando que a dança cresça, na cumplicidade de olhos atentos.

Para que o amor esteja recheado de enamoramento é preciso sair da concha , abrir-se para experimentar penetrar o corpo e a alma de prazer, sem restrições, sem medo do abandono.

Deixar abandonar-se na experiência da entrega total e irrestrita. Entregar-se a si e ao outro com o coração e a pélves aquecidos, sem controle da mente , mas com a consciência de si.

O amor enamorado é atemporal, pode durar algumas horas ou eternizar-se, não importa, estará sempre carimbado na memória dos amantes.

É o amor enamorado que leva o corpo a cunvulsões, sabendo que a rápida morte que sente-se no desfalecimento do gozo, será o aquecimento de momentos orgásticos que a vida promove às mulheres e aos homens que permitem enamorar-se.

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